Reorganização de dívidas
Dívida cara não se resolve
com mais dívida cara.
Quando o passivo está concentrado no curto prazo, a parcela consome o caixa antes da operação respirar. Reorganizar é rever prazo, garantia, custo e ordem de pagamento — com uma leitura honesta da capacidade real.
O que analisamos
Antes de trocar de dívida, entender a dívida
Mapa do passivo
Quais contratos existem, custo de cada um, prazos, garantias já comprometidas e vencimentos.
Pressão mensal real
Quanto das parcelas consome a renda ou o caixa e qual valor é efetivamente sustentável.
Garantias disponíveis
Imóveis, recebíveis e outros ativos que podem sustentar uma estrutura mais longa e organizada.
Ordem de reorganização
O que faz sentido substituir, alongar, quitar ou manter — nem toda dívida precisa ser trocada.
Reorganizar não é adiar o problema. É recolocar a dívida em um formato que a realidade financeira consiga sustentar.
As condições das operações, taxas, limites, prazos e aprovações estão sujeitas às políticas, critérios e análises das instituições financeiras responsáveis pela concessão do crédito.
Crédito deve resolver um problema.
Não criar outro.
Antes de assumir uma nova dívida, entenda se valor, prazo, parcela, garantia e finalidade fazem sentido para sua realidade financeira.
As condições das operações, taxas, limites, prazos e aprovações estão sujeitas às políticas, critérios e análises das instituições financeiras responsáveis pela concessão do crédito.
